terça-feira, 20 de março de 2007

DIA DA ÁGUA


· Não use a mangueira para "varrer" o piso interno e externo da sua CASA.

· Periodicamente, recomende uma revisão no sistema hidráulico de sua CASA para verificar se existem vazamentos;

· Sistema de descarga: nas novas construções e reformas, usar caixas de 6 lpf (litros por fluxo) e com dispositivos que permitem antecipar o término da descarga;

· Nas edificações existentes, trocar válvulas antigas por novas equipadas com dispositivo que regula a vazão e o fechamento da válvula, mesmo que o usuário insista em mantê-la acionada, dispositivo esse que evita o consumo exagerado de água e pode ser adaptado nas válvulas de modelo anterior;

· Usar torneiras com arejador, o consumo de água pode reduzir em até 60% com a instalação de um arejador de vazão constante. Recomende também a instalação de torneiras de acionamento automático ou temporizador para lavatórios na sua unidade;

· Mictórios: privilegiar os que adotam sensor óptico e tempo de descarga reguláveis, conseguindo uma economia de até 80% no uso da água.

BANCOS E O MEIO AMBIENTE



Alguns bancos realmente fazem sua parte, a CAIXA é um deles veja só o seu histórico e como aconteceu a inserção da temática ambiental dentro do banco, hoje a caixa possui um politica ambiental e vem trabalhando para que todas as suas unidades alcance a ecoeficiência.

Marcos Históricos
1986
Incorporação do Banco Nacional de Habitação - BNH:
A CAIXA começa a operar em programas de Desenvolvimento Urbano e saneamento ambiental.
1995
Adesão ao Protocolo Verde do Governo Federal:
Passou a cumprir e disseminar a legislação ambiental aplicável aos seus produtos na área de desenvolvimento urbano.
1996
Começa a operar com os novos programas do Governo Federal.
Pró - Saneamento;
Pró - Moradia;
PASS - Programa de Ação Social em Saneamento, entre outros com modalidades e ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira;
1997
Financiamento a projetos pilotos para estudo e desenvolvimento de metodologia em gestão e educação ambiental:
Projeto Mintegra: projeto de educação ambiental com ênfase em limpeza pública (coleta seletiva de lixo) Praia do Forte;
Mata de São João BA. - A Natureza da Paisagem: projeto piloto de educação ambiental para o desenvolvimento sustentável;
Macaé/RJ. - Programas de parceria entre a CAIXA e a FINEP, nos programas:
PROSAB:
desenvolvimento tecnológico em saneamento, através da realização de pesquisas nas áreas de tratamento de água, águas residuárias e resíduos sólidos;
HABITARE:
apoio a realização de pesquisas, visando a implantação do centro nacional de referência em habitação de interesse social, critérios de urbanização e infra-estrutura, elaboração e revisão de normas técnicas e inovação de produtos e serviços.
1998
Projeto Entulho Bom
A CAIXA foi a primeira instituição a apoiar e publicar a pesquisa sobre Reciclagem de Entulho para a Produção de materiais de construção. O projeto foi escolhido como uma das 100 Melhores Práticas do mundo, no Best Practices and Local Leadership Programme, promovido, no mesmo ano, pela ONU;
1999
Patrocínio e Disseminação de Publicações
Manual para a Compostagem de Biossólidos - PROSAB;
Gerenciamento de Lodo de Lagoas de Estabilização não Mecanizadas - PROSAB;
Tratamento de Esgoto Sanitário por Processo Anaeróbico e Disposição Controlada no Solo - PROSAB.
2001
A CAIXA começa a operar com os programas:
Programa Brasil Joga Limpo;
Programa de Despoluição das Bacias Hidrográficas;
Programa Gestão dos Recursos Hídricos;
Patrocínio e Disseminação de Publicações:
Do Lixo à Cidadania;
Pós Tratamento de Efluentes de Reatores Anaeróbicos/PROSAB;
Estado do Mundo (Worldwatch/2001).
2002
Parceria com o Consórcio Intermunicipal de Bacia Hidrográfica Jiquiriçá, apoiando o processo de gestão integrada dos recursos hídricos;
Criação, por meio do Voto CAIXA 307/2002, do Programa de Racionalização de Gastos e Eliminação de Desperdícios - PROGED
Patrocínio e Disseminação de Publicações:
Estado do Mundo - Worldwatch/2002.
2003
Acordo de Cooperação Técnica CAIXA/MMA com a interveniência do GTZ - Agência de Cooperação Técnica Alemã no Programa de Gestão Ambiental Urbana, desenvolvendo projetos demonstrativos nas temáticas de revitalização de áreas degradadas por contaminação, gestão de recursos hídricos, gestão integrada de resíduos sólidos e energia renovável.
Patrocínio e Disseminação de Publicações:
Utilização de Resíduos na Construção Habitacional/HABITARE.
Utilização de Esgoto Tratado na Fertilização, Hidroponia e Piscicultura - PROSAB;
Estado do Mundo - Worldwatch/2003;
Agenda Habitat para Municípios: Tradução Comentada para o Português.
2004
Definição da Política Ambiental Corporativa: Resolução da Diretoria nº 894/2004.
Adesão ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas;
· Criação do Comitê CAIXA de Política Ambiental Corporativa.

sexta-feira, 16 de março de 2007

Educação ambiental em Terras Indígenas


Porque tratar de uma educação voltada ao meio ambiente dentro de aldeias, onde o homem tradicional já desempenha uma convivência harmoniosa com a natureza? Este é um dos desafios na formulação do Programa de Educação Ambiental Parakanã, encontrar oportunidades para iserção da educação ambiental onde existe transformações sociais, econômicas e ambientais, exatamente o quadro de algumas aldeias indígenas na atualidade.
Os índios parakanã sempre desempenharam uma convivência harmoniosa com o ambiente natural, respeitando seus limites e repassando de geração para geração o conhecimento de suas culturas, tradições e formas de lidar com a natureza, seja com a coleta de alimentos, ou com a captura da caça. Este ciclo harmonioso de integração do homem tradicional com sua terra foi rompido de forma dramática quando da interferência de madeireiros que se aproveitaram do farto estoque de mogno existente na terra indígena apyterewa. Esta relação com madeireiros impactou bastante a forma de vida dos parakanã, que presenciaram transformações (negativas) sem se darem conta da situação em que estavam vivenciando. Deixando no passado este histórico de lembranças não muito agradáveis no segundo semestre de 2006, com recursos oriundos da apreensão de madeira ilegal, iniciou-se a elaboração de um projeto de desenvolvimento e uso sustentável da terra indígena em questão, denominado por seu autor de Projeto de Desenvolvimento integrado, devido a integração de várias atividades como o extrativismo, a pecuária, as roças de subsistência e a vigilância. Como esta proposta de desenvolvimento levaria novamente os parakanã a presenciarem mudanças em suas terras e atividades, pensou-se em um programa que auxiliaria os índios a entenderem este processo de desenvolvimento assim como relacionar os acontecimentos que estariam por vir com a preservação do meio ambiente, ou seja, o retorno de um convivência harmoniosa do homem com seu ambiente natural, foi se pensando em atender estes anseios que surgiu o programa de Educação Ambiental Parakanã, que irá apresentar entre outras funções a colaboração com a Gestão Ambiental* das aldeias apyterewa e xingu.


*Por gestão ambiental entende-se o conjunto de princípios, estratégias e diretrizes de ações e procedimentos para proteger a integridade dos meios físico e biótico, bem como a dos grupos sociais que deles dependem. Esse conceito inclui, também, o monitoramento e o controle de elementos essenciais à qualidade de vida, em geral, e à salubridade humana, em especial.

segunda-feira, 12 de março de 2007

MERCADO PARA PRODUTOS DA FLORESTA /NÃO MADEIREIROS

Cleber Oliveira, segurando o ouriço da Castanha-do-Brasil
A mãe natureza como matéria-prima, apesar de crescer o interesse pelos recursos naturais do país, muitos povos ainda tem dificuldade de comercializar sua produção. Em muitos casos, como o exemplo de comunidades indígenas existe a necessidade de se fazer um estudo de mercado para garatir a venda dos produtos produzidos nas aldeias, como o exemplo da venda de sementes, óleo de copaíba, castanha-do-Brasil e outros. estimular os índios sem a garantia de mercado e uma forma de desistimular a sustentabilidade de sua economia, que é baseada na venda de produtos florestais não-madeireiros.


Índio Araweté, segurando o ouriço da castanha

Por outro lado, garantir mercado para venda da produção dos povos tradicionais é garantir a proteção da floresta, pois os mesmos tem a consiência de que a floresta em pé, além dos beneficios ambientais é a garantia de um novo tempo, marcado pela inserção de povos indígenas no mercado da venda de produtos naturais proveniente de ações que não agridam a Floresta.

Castanheira

O fortalecimento do trabalho dos povos tradicionais, através de parcerias, ações do governo e o fortalecimento da FUNAI, são necessidades reais, que em muito contribuirá para o desenvolvimento dos verdadeiros povos desta grande nação, negar o desenvolvimento aos povos indígenas é negar o direito de decidir sobre seu próprio futuro, desta forma desistimular ou simplesmente, não encorajar os índios, para que sejam protagonista de seu desenvolvimento é sustentar a idéia de involução.

Abraços para a equipe da FUNAI de Altamira-PA
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Fotos-Cleber Oliveira/relatos de um projeto de desenvolvimento - terras indígenas Apyterewa e Ipixuna - Altamira/Pa

quarta-feira, 7 de março de 2007

Trafico de animais silvestres


Foi notícia no G1 portal da GLOBO


Justiça quebra sigilo bancário de acusados de tráfico de animais
Bando usava criadores legais do Ibama para encobrir negócio ilegal. Entre os detidos está um agente penitenciário.



A Justiça do Rio determinou a quebra do sigilo bancário dos dois acusados de chefiar uma quadrilha de tráfico de animais silvestres, com ramificação em vários estados. Sidney Nunes da Silva e o agente penitenciário Leonardo Neves de Barros foram presos na terça-feira (6). Outras sete pessoas foram detidas depois de seis meses de investigações da Polícia Civil. Pássaros silvestres, criados sem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) foram apreendidos no sítio de Sidney, em Magé, na Baixada Fluminense. Outras aves e animais exóticos estavam em uma casa em Itaipu, na Região Oceânica de Niterói. Os bichos eram mantidos em cativeiro. Muitos animais estavam feridos e fracos. Um filhote de papagaio teve que ser alimentado pela policial.

Mais de mil cheques foram apreendidos. A polícia quer saber qual é o volume de dinheiro que a quadrilha movimentava. Escutas telefônicas, feitas com autorização da Justiça, mostram o envolvimento de Sidney e Leonardo com o tráfico ilegal de animais. O agente penitenciário Leonardo de Barros já estava afastado das funções por responder a outros processos. Leia a descrição de um trecho da escuta telefônica em que Leonardo participa de uma negociação. - (Leonardo) Trouxe aquelas (araras azuis) "azulonas"..Trouxe umas "amarelinhas"(araras amarelas) também... - (Desconhecido) Ah, rapaz, quero ver essas peças. (...) - (Leonardo) Tudo, tudo selvagem, tudo sem nota. Tudo fora da lei. (risos) A quadrilha fazia um esquema para legalizar os animais que foram capturados irregularmente por caçadores na Bahia e em Pernambuco. Os bichos eram trazidos para o Rio de Janeiro onde criadores autorizados pelo Ibama fraudavam notas fiscais, como se as aves tivessem nascido em cativeiro, o que tornaria a comercialização legal. Em outro trecho da escuta, Leonardo negocia a venda de uma ave supostamente legalizada com uma pessoa identificada apenas como Robinho. - (Robinho) - Um casal de tucanos, com documento, tudo legalizado, tudo direitinho. Você tem? - (Leonardo) - Tenho. - (Robinho) - O que dá pra fazer pra mim? - (Leonardo) – Quatro mil (reais). O Ibama já discute mudanças nas normas para dificultar a ação dos traficantes. Segundo o superintendente regional do Ibama/RJ, Rogério Rocco, “quem compra um animal silvestre não faz idéia de que, para cada um que chega ao destino, outros nove morrem no meio do caminho”. Outra conversa gravada mostra o descaso dos criminosos com os animais. (Leonardo) - Aquelas caixas lá na frente abafaram os bichos. (?) - Hummm.... (Leonardo) - "Morreu" cinco vermelhas. (?) - Como rapaz? (Leonardo) - Porque aquelas caixas ficaram muito quentes, Zé. Isso acontece.Os acusados vão responder por tráfico de animais, maus tratos a animais, formação de quadrilha e bando armado e falsidade ideológica. Eles podem pegar até doze anos de prisão.


quinta-feira, 1 de março de 2007


Integrante da Bacia do Rio Corumbá. Possui área total de 133 ha. Primeiro parque a ser criado no DF. O local é conhecido como “Prainha”, pois em volta do córrego Alagado existia muita areia, por isso lembrava uma praia. Sua vegetação é formada por cerrado e mata ciliar às margens do córrego Alagado.
A Prainha ou a Reserva Ecológica do Gama apesar de ser a primeira área protegida a ser criado no DF, deve ser a última a ser lembrada pelas autoridades. O parque se encontra abandonado, nenhum morador do Gama, Santa Maria ou de qualquer outra cidade poderá freqüentar o parque com segurança, isso porque hoje à área do parque é utilizada por bandidos que comentem crimes lá mesmo ou apenas levam carros roubados para serem depenados em uma área livre de policiamento, isso porque segurança não existe naquele parque. Hoje dia 01/03/2007 o Novo governo faz três meses de trabalho, mas nada foi feito pelo parque, inclusive não existe mais nem a figura do administrador do parque. Os guardas terceirizados que se encontram no local, trabalham com medo e não é por menos, dois de seus colegas já foram baleados em trabalho. A poluição é outro problema, o córrego alagado, além de não está tão alagado assim se encontra completamente poluído e não é por menos obras sem critérios ambientais foram realizadas dentro do parque. Enquanto o parque pouco a pouco vai se perdendo, digo isso porque já perdeu seus visitantes, não conheço ninguém que tenha coragem de freqüentar a área, muito menos visita-lo ocasionalmente. Abandonado, sujo, alterado, degradado e até fragmentado este é triste estado do Parque ou melhor reserva ecológica do Gama.

COMBATE AO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRE


Ser voluntário é participar de um todo maior chamado missão. Que nossa missão seja um mundo onde as pessoas participem da mudança. Fomos voluntários no evento da RENCTAS no ZOO de Brasília. Hoje é dia de bicho. Um grande abraço ao pessoal da renctas, que hoje está com espaço no Fantástico representado pelo apresentador Dener Giovanini.